Uma análise crítica do termo organizações intensivas em conhecimento

Fernanda C. de Nadai

Resumo


A intensa competição entre os mercados exige que as empresas sejam capazes de desenvolver e gerenciar, de
forma eficaz seus recursos, sejam eles financeiros, estruturais ou sejam pessoais. Na literatura, há
predominância de abordagens que consideram o capital como o principal recurso a ser gerenciado; entretanto,
na economia baseada na informação e de serviço intensivo, atributos como rapidez, flexibilidade, inovação e
pessoal capacitado tornam-se cada vez mais essenciais, para que as organizações mantenham-se competitivas.
Diante desta realidade, o conhecimento deve ser considerado um recurso estratégico valioso para o
estabelecimento de uma vantagem competitiva sustentável nas organizações, porém, nas intensivas em
conhecimento, torna-se um atributo essencial. A proposta deste artigo é provocar uma discussão sobre o que
de fato determina que uma organização seja denominada intensiva em conhecimento, nomenclatura utilizada
em alguns trabalhos na literatura, para classificar este tipo de organização. São apresentadas então, algumas
características organizacionais que poderiam determinar esta classificação: atividades desempenhadas,
pessoas da organização, mercado de atuação, produtos e serviços e práticas de gestão e a partir destas
características, torna-se possível definir organização intensiva em conhecimento.

Palavras-chave: conhecimento, recurso estratégico, organização intensiva em conhecimento.

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DOI: https://doi.org/10.15675/gepros.v0i3.124

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