Comomentos de ordem superior no apreçamento de ativos na bolsa de valores do Brasil

Paulo Vitor Jordão da Gama Silva, Marcelo Cabus Klotzle, Antonio Carlos Figueiredo Pinto

Resumo


Este estudo busca identificar o comportamento da assimetria sistêmica (coassimetria) e da curtose sistêmica (cocurtose) no apreçamento de ativos no mercado acionário brasileiro (na BM&F Bovespa). Foi utilizada a metodologia explorada por Harvey e Siddique (2000) para estimar o grau de coassimetria e cocurtose para as ações em cada mês t, seguindo a regressão CAPM. O modelo de três fatores foi utilizado segundo a metodologia de Fama e French (1993) com modificações para o cálculo dos fatores seguindo a metodologia explorada por Neves (2003). Os resultados demonstram que para o mercado brasileiro, os ativos com coassimetria e cocurtose negativas tendem a render mais do que ativos com coassimetria e cocurtose positivas. Segundo observações no mercado americano e londrino, como os investidores esperam maiores retornos por um maior risco, foi constatado preferência por coassimetria negativa e cocurtose positiva. No Brasil foi constatado que para o caso da coassimetria o mesmo se repete, porém para a cocurtose isso não acontece, ocorre o inverso, o que pode levar a conclusão de um comportamento tipicamente avesso ao risco.

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DOI: https://doi.org/10.15675/gepros.v10i4.1245

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