O capital de risco no financiamento da inovação: experiência internacional

Ana Elisa Périco, Daisy A. N. Rebelatto

Resumo


O atual contexto de mercados abertos representa um grande desafio para países em fase de
desenvolvimento. A gênese da indústria brasileira foi marcada por diversos fatores, que não incentivaram a
produção de tecnologia no país, tais como o processo de substituição de importações, concentração da
capacidade de pesquisa nas universidades e o fato de as empresas brasileiras encontrarem na incerteza, um de
seus maiores obstáculos em investir em PeD. A partir deste cenário, o objetivo deste artigo é identificar formas
de financiar o desenvolvimento tecnológico,com experiências bem sucedidas, em regiões como a União
Européia, que possam ser adaptadas à realidade brasileira. Uma das medidas que poderia ser adaptada ao
contexto brasileiro, é o financiamento à inovação, por meio do acesso ao capital de risco, com atuação de
investidores privados e incentivo do poder público, via participação temporal no capital de empresas. No caso
brasileiro, a atuação de investidores de capital de risco poderia estar aliada à maior interação entre empresas
e universidades. Nesse sentido, o capital de risco contribuiria para o crescimento e desenvolvimento da
empresa, ao mesmo tempo em que fomentaria pesquisa, para desenvolvimento de tecnologias e inovações.

Palavras-chave: Desenvolvimento tecnológico, Capital de risco; Competitividade.

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DOI: https://doi.org/10.15675/gepros.v0i1.106

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